Vale a pena visitar a exposição do artista sergipano Althair Santo: “Da Tradição à Economia Criativa”, no Centro Cultural de Aracaju (Palácio Museu Luiz Antônio Barreto). Com entrada gratuita, a mostra homenageia as mulheres rendeiras de Sergipe e propõe uma nova leitura para a renda irlandesa, transformando esse patrimônio cultural centenário em linguagem contemporânea por meio da arte, da moda e do design.
Formado em Moda pela Faculdade do Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Rio de Janeiro, e com um currículo que inclui passagens por eventos como o São Paulo Fashion Week e por grandes eventos de Paris, Althair também atuou como consultor da Rede Sergipe Design em parceria com o IED de Milão, orientou a coleção premiada no DFB Festival, lecionou Moda na Áustria, integra iniciativas de referência, como o Fashion Revolution Brasil e a Brasil Eco Fashion Week, dentre tantas outras grandes atuações.
Althair utiliza suas raízes, sua ancestralidade, para mostrar como os saberes populares podem impulsionar a economia criativa, gerando visibilidade e oportunidades. Ao transformar esses saberes em expressão artística, Althair Santo demonstra como a economia criativa pode fortalecer a cultura, gerar oportunidades e ampliar a visibilidade do trabalho das artesãs sergipanas.
Mais do que uma mostra de arte, a exposição é um convite para reconhecer a força da sergipanidade, celebrar o legado das mulheres rendeiras e refletir sobre o papel da cultura como instrumento de preservação da memória, valorização da identidade e construção de futuros possíveis. A exposição é realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, Prefeitura de Aracaju e Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju).
A pedidos, a exposição “Da Tradição à Economia Criativa”, no Centro Cultural de Aracaju (Palácio Museu Luiz Antônio Barreto), foi prorrogada até o final do mês de agosto.







